Diário da vida

Criei o Diário da Vida e penso nele como uma forma de eu me expressar. De qualquer maneira que for. Todos os textos e fotos aqui publicados são de propriedade de Bruno Leal Mendonça – Jornalista e fotojornalista - blm045@hotmail.com

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Terra Blog

02.06.08

Escorpião

 

Escorpiões são encontrados com frequência em bairros mais afastados do centro de Sumaré-

Bougainvillea spectabilis

 

 

 

 

Primavera

De origem brasileira, a primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra) - também conhecida como buganvília, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel - é uma espécie rústica, que exige poucos cuidados. Seu nome foi dado em homenagem ao francês Louis Antoine Bougainville, que a descobriu em nosso país, por volta de 1790, e a levou para a Europa, onde ela se tornou famosa e se difundiu para o resto do mundo. As belas e coloridas "flores" da primavera não são exatamente as flores da planta: são brácteas (folhas modificadas) que envolvem as verdadeiras, e relativamente insignificantes, flores amareladas. O conjunto resulta numa aparência exótica, encontrada nas cores branca, rosa, vermelho intenso ou laranja.

30.05.08

Ferrugem na veia

categorias: Reportagem

Carros antigos: paixão e cuidado

Por Bruno Leal (Matéria veiculada no Caderno Carros no Jornal Tribuna Liberal)

A cada ano cresce o número de pessoas interessadas em preservar o passado através de um artigo nobre pela função e atraente pela sua diversidade de formas, cores e modelos. Por onde passam, os carros antigos despertam a curiosidade de homens, mulheres e crianças. Prova disso são os encontros anuais ou mensais promovidos por diversos clubes de proprietários espalhados pelo Brasil a fora.
E não precisamos ir muito longe de Sumaré para comprovar isso. Em Campinas, o Clube V8, em seu encontro mensal, sempre no último domingo de cada mês, atrai cerca de duzentos carros no estacionamento de um shoping conhecido na cidade. De acordo com os organizadores, no encontro anual da agremiação, aproximadamente mil expositores disputam espaço e visibilidade no pátio cedido.
Muitos destes “brinquedinhos” “teriam idade” para ser pai ou avô de bastante gente por ai. A maioria deles foram fabricados nos anos cinqüenta, sessenta ou setenta. Segundo o empresário José Luis Cestarini, proprietário de um Aero Willy, fabricado em 1969, o hobby, além de ser um excelente passa tempo, ainda proporciona diversão e atraio boas amizades. “É muito bom. Onde você vai a turma olha, pergunta, chega perto para ver” explica ele. Para Zé Luiz, como é conhecido, sua relíquia é como parte da família. “Tenho até ciúmes. Quando posso chamo o mecânico aqui em casa e só se for de confiança. Se der pra eu arruma réu mesmo faço”, completou ele, que  possui ainda uma caminhonete Ford F1, ano 1948, modifica.
A paixão entre Zé Luiz e os antigos começou há quatro anos atrás, porém, mesmo antes disso ele costumava freqüentar exposições e encontros como o de Águas de Lindóia, que é considerado o maior da América latina. “Eu já gostava antes. Ai há uns quatro anos eu comprei o Aero Willys e fui ajeitando ele. Demora e tem que ter paciência”.
O gerente de compras Henrique Deutsh, 35, também é outro sumareense que passa parte de seu tempo livre se dedicando a restauração e ao cuidado de “suas relíquias”. Além de uma motocicleta 500 Four, ano 72, ele possui ainda um Fusca ano 1969 e um Mustang fabricado em 1967. No caso de Henrique, foi a 500 Four que o atraiu. “Eu gostei dela por esse modelo com quatro escapamentos, cromados. Comprei e depois dela vieram outros”.
E quando se trata do “brinquedinho” ou “xodó”, como os proprietários costumam apelidar os carros, rola um verdadeiro “sentimento de amor”, como descreveu Henrique. A gente tem um carinho mesmo, amor. Meu pai, que gostava muito de carros, me ensinou que temos que respeitar aquilo que te serve e como se trata de um carro antigo o cuidado é ainda maior”, disse ele.
Para quem pensa em começar no ramo é bom que se diga que não é tão simples quanto parece. Um dos grandes obstáculos enfrentados pelos proprietários é a dificuldade de se achar as peças originais e mão de obra especializada no assunto. “Principalmente a mão de obra de funilaria. Ainda mais pelo fato de ser um trabalho mais artesanal”, explicou.
Outro impasse que os colecionadores freqüentemente encontram pela frente é o preço de algumas peças. Um volante de Gordini, por exemplo, que é um dos clássicos, não sai por menos de R$ 1.200. Segundo Antonio (Tony) Barbosa, que vende peças, as mais procuradas são para os MP Lafer, um automóvel da Lafer S/A, lançado em 1974. “Aqui nós vendemos peça para todo o Brasil e exterior. Vendemos muito pela Internet e telefone também”, contou ele, afirmando que a procura é grande.
Daniel Augusto Pires do Rio já deu o pontapé inicial para entrar para esse clube. Ele acabou de adquirir um Doge Charger R/T 1975. Agora, ele afirma que será cuidadoso e paciente, a fim restaurar seu antigo e deixá-lo com todas as características e peças originais. “Quero ele como se tivesse saído da fábrica, exatamente como saiu em 75”.

 


Aero Willy, fabricado em 1969

 

Ford F1, ano 1948, modifica.

 

 

 

28.05.08

Cinco minutos pelo

 

 

 

Ipê roxo - 1º registro

 

 

 

 

 

Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)

É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.

Fonte: http://www.arvores.brasil.nom.br/florin/iperoxo.htm